Deymond Nat – “Lago do Espelho”

Um sucesso nebuloso e contemplativo do artista sueco Deymond Nat“Mirror Lake” mostra bem tanto introspecções obscuras quanto harmonia vibrante. As imagens vívidas iniciais – “sal na brisa e ferrugem na chuva” – descrevem estações prolongadas à medida que seus vocais ascendem a um tom mais alto e harmonizante, conforme o refrão “então eu fui até o lago espelhado”. Texturas iluminadas aparecem na ponte seguinte, manobrando então para outro cenário cênico: “A hora azul é sempre curta / Vamos tirar algumas fotos e nos teletransportar / Para um lugar onde poderíamos ficar”. Um trabalho de guitarra crescente e vocais sonhadores e sem palavras se entrelaçam para uma bela despedida.
O single de estreia do projeto solo, “Mirror Lake”, consome seu impulso melódico alegre e agradável e sua visão lírica, capturando o “maravilhoso limbo da melancolia”. “Quando escrevi Mirror Lake, tudo se encaixou”, explica o artista. “O som, a letra, o clima. Tudo o que eu procurava em meu trabalho criativo de repente estava bem na minha frente. Eu queria copiar Judeus Prateados, mas é claro que acabou sendo outra coisa…”
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Esta e outras faixas apresentadas este mês podem ser transmitidas na lista de reprodução atualizada do Spotify ‘Emerging Singles’ do Obscure Sound.
