Hospital faz mulher pagar para segurar seu próprio bebê
Um vídeo viral sobre uma conta hospitalar gerou debate sobre despesas médicas relacionadas ao parto. No vídeo postado em X, uma assistente social questionou uma conta do hospital que parecia incluir uma cobrança de US$ 1.900 pelo contato pele a pele entre uma nova mãe e seu recém-nascido.
No vídeo, uma assistente social reencena uma ligação que teve com um hospital após o nascimento de uma criança. “Estou olhando a fatura detalhada. Há uma linha sobre a qual só preciso de esclarecimentos”, disse ele. “Para contato pele a pele pós-parto, você cobrou de uma nova mãe US$ 1.900 para segurar seu próprio bebê.”
O vídeo gerou debate sobre uma cobrança de US$ 1.900 em contas hospitalares
O criador disse que o hospital descreveu a cobrança como recursos adicionais de enfermagem. “Isso não faz sentido porque todos os tipos de enfermagem estavam representados naquela sala”, diz ele. “Você está me dizendo que há uma enfermeira adicional cujo trabalho era observar a interação da mãe e do bebê pele com pele?”
Ele questionou o que descreveu como cobrança dupla. Ela já foi cobrada pelos cuidados médicos, por que estão cobrando um custo extra para uma mulher que simplesmente segura seu próprio bebê recém-nascido?
“Com que frequência você cobra das novas mães para segurar seu novo bebê?” ele perguntou.
Os comentaristas do X tiveram muito a dizer sobre esse custo adicional. Uma pessoa pensou que isso poderia ser um grande processo contra o hospital. “É hora de obter os registros médicos e ver qual enfermeira documentou o contato pele a pele para garantir que não se trata de cobrança dupla fraudulenta. Isso pode ser um grande golpe para o hospital”, escreveram.
“Os cuidados de saúde são uma farsa”, comentou outra pessoa. “Comecem a responsabilizar médicos e hospitais e depois persigam as seguradoras que reembolsam essas cobranças ridículas!” Outro comentarista escreveu: “Esse tipo de besteira força os casais grávidos a buscar opções alternativas de parto fora do ambiente hospitalar, colocando a mãe e o bebê em risco se algo der errado durante o parto”.
Outras pessoas compartilharam suas próprias experiências. “Tive dor de cabeça e pedi um pouco de Tylenol para uma enfermeira, pensando que não era grande coisa e sem esperar cobrança. Eles me deram um daqueles pacotes com dois Tylenol e, mais tarde, na conta final, descobriram que cobravam 20 dólares por isso. Isso foi em 06 também.”
Alguns aconselhavam ter filhos em casa porque isso pode economizar dinheiro, mas essa decisão pode trazer sérios riscos.
“Esse tipo de besteira força os casais grávidas a buscarem opções alternativas de parto fora do ambiente hospitalar, colocando a mãe e o bebê em risco se algo der errado durante o parto”, escreveu alguém.
O vídeo atraiu milhares de reações de usuários discutindo cobranças médicas e despesas de parto.
O ponto diário não foi possível verificar de forma independente os detalhes de cobrança descritos no vídeo ou as circunstâncias que envolveram a cobrança hospitalar.
